Santa Catarina: plataforma oferta mais de 200 mil bolsas de estudo no ensino superior para o primeiro semestre

Os meses de fevereiro e março ainda são os principais para ingressar no ensino superior. Mesmo após o anúncio dos resultados do Sisu e do Prouni, as instituições de ensino privadas ainda ofertam vagas para o 1º semestre do ano letivo com bolsas de estudos. O Quero Bolsa , principal plataforma de acesso ao ensino superior, oferece mais de 202 mil bolsas de estudo, em 44 instituições de ensino privadas no estado de Santa Catarina. As bolsas são para cursos de graduação e pós-graduação, nas modalidades presencial e a distância. O maior desconto concedido no estado chega a 80%.

Esse tipo de oferta crescente de bolsas de estudo tem se consolidado como alternativa aos programas públicos, como o Fies , que a cada ano tornam-se mais restritivos. "Diferentemente do Fies e de outros programas de inclusão mantidos pelo governo federal, as faculdades privadas não exigem contrapartidas sociais, ou seja, as bolsas estão disponíveis para todos, independentemente da renda ou de ter cursado o ensino público. Essa facilidade tem estimulado o ingresso de pessoas que não puderam fazer faculdade na idade adequada e tem permitido a muitos jovens realizar o sonho do curso superior", conta Lucas Gomes, diretor de Ensino Superior do Quero Bolsa.

Hoje, para cada aluno que usa Fies há outros dois beneficiados por bolsas concedidas pelas próprias instituições, por meio de plataformas como o Quero Bolsa .

Alternativa ao Fies

A principal vantagem da bolsa de estudo é o fato do aluno pagar uma mensalidade menor do que a usada como referência para os contratos de Fies. "As instituições de ensino costumam cobrar o preço integral da mensalidade quando o aluno tem contrato de financiamento. Na prática, isso significa que o preço cheio tem o mesmo efeito dos juros, ou seja, o aluno que financia paga mais caro do que o estudante que paga suas mensalidades ao longo do curso", explica Lucas Gomes.

Em janeiro de 2018, a Controladoria Geral da União (CGU) divulgou relatório mostrando que alunos com contratos de Fies pagavam 20% a mais do que estudantes não atendidos pelo programa. Na época, os auditores da CGU analisaram 29.789 contratos de financiamento e descobriram que em 97% dos casos, o aluno financiados estavam em desvantagem. Foram relatados casos em que as mensalidades de alunos com Fies eram equivalentes ao dobro dos alunos bolsistas.

Cinco passos para conseguir uma bolsa de estudo na faculdade

Passo 1 - Acesse o site ou baixe o app

Acesse o site querobolsa.com ou utilize o app do Quero Bolsa disponível nos sistemas Android e iOS para encontrar a bolsa ideal. Não é necessário comprovar renda ou ter feito o Enem .

Passo 2 - Procure e selecione a bolsa de estudo por curso, faculdade, localização ou valor

Faça uma busca para encontrar o seu curso ideal, presencial ou a distância (EaD), com uma mensalidade que caiba no orçamento. Selecione a cidade onde mora e/ou a faculdade em que deseja estudar.

Passo 3 - Cadastre-se pelo site

Para conseguir a bolsa de estudo, é preciso efetuar a inscrição no site com seus dados pessoais ou dos pais ou responsável, em caso de menor de idade.

Passo 4 - Faça a pré-matrícula online

Se houver vagas disponíveis, você pode fazer a sua inscrição e conseguir uma bolsa na hora. Após o pagamento da pré-matrícula, sua bolsa estará garantida.

Passo 5 - Efetive a matrícula na faculdade

Leve seu comprovante de pré-matrícula ou apresente seu número de CPF na faculdade para garantir sua vaga com desconto. Para efetuar a matrícula, basta usar a nota no Enem, fazer o vestibular da faculdade, ou usar a sua Nota Quero, o Vestibular Digital do Quero Bolsa. A bolsa é válida até o fim do curso.

Sobre o Quero Bolsa

O Quero Bolsa (http://querobolsa.com.br) conecta alunos a instituições de ensino e oferece vagas e bolsas de estudo em cursos de Ensino Superior, Ensino Básico, Idiomas e Intercâmbio. Em um cenário em que apenas 15,7% dos adultos brasileiros concluíram a graduação, segundo dados do IBGE, ele cresce a passos largos e já gerou uma economia de mais de R﹩ 1,3 bilhão para alunos do país inteiro. Atualmente a plataforma conta com mais de 6 mil escolas parceiras, 1.600 instituições de ensino superior, 2.500 de ensino básico, além de mais de 10 mil opções de cursos de idiomas e 50 mil de intercâmbio.

Cleo Ibelli / Heitor Facini

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