FOTO: Fábio Queiroz/Agência AL

Ex-gerente afirma que pagamento dos respiradores foi um erro coletivo

A CPI dos Respiradores da Alesc ouviu, na noite desta terça-feira, um depoimento surpreendente: o ex-gerente de Execuções Financeiras da Secretaria da Saúde, Tyago da Silva Martins disse com todas as letras: “fui eu que fiz o pagamento e dei a ordem bancária para a compra dos 200 respiradores”. Ressaltou que o pagamento antecipado dos equipamentos que custaram ao Estado R$ 33 milhões, e que não foram entregues, foi fruto de um erro coletivo. Declarou que no dia 7 de abril a Agência Setor Público do Banco do Brasil alertou que, em outros Estados, havia problemas de entrega de equipamentos adquiridos da China, e que passou a mensagem a seus superiores.

A Comissão Parlamentar de Inquérito também ouviu o ex-chefe da Casa Civil Amândio da Silva Júnior, que ficou no cargo um mês. Ele explicou a imagem em que aparece com outras três pessoas, entre elas o empresário Samuel Rodavalho, investigado na compra dos respiradores. Disse que a conversa por WhatsApp era para acertar a importação da Coreia do Sul de testes para a Covid. Ressaltou que seria uma venda ao setor privado, mas que não se concretizou.

O presidente da CPI, deputado Sargento Lima, enfatiza que, apesar de Tyago ter “apertado o botão”, o problema é mais profundo: o ponto é que a compra foi realizada sem garantias de entrega.

Tarcísio Poglia
Assessoria de Imprensa - Dep. Sargento Lima

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