Sicoob Crediauc se prepara para o ano safra 2022/23

Os agricultores que necessitam de recursos para fazer investimentos e custear a produção em suas propriedades já podem procurar a agência do Sicoob Crediauc com a qual se relaciona. O novo Plano Safra que inicia no dia 1 de julho de 2022 e se estende até 30 de junho de 2023, deve injetar em nível nacional cerca de R$ 300 bilhões no setor, ou seja, 22,4% a mais que no período anterior.
Essa pelo menos, é a estimativa do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), que negocia a liberação dos recursos com o Ministério da Economia. Além do incremento nos valores a serem liberados para custeio e investimento, o Governo Federal pensa em reservar R$ 22 bilhões para a equalização de taxas de juros e mais R$ 2 bilhões para o seguro rural. A boa notícia é que os R$ 23 bilhões destinados a agricultura familiar referentes ao atual Plano Safra (2021/22) que ainda não tinham sido liberados, foram destravados recentemente e estão à disposição para contratação até 30 de junho.

O gerente de Agronegócios do Sicoob Crediauc, Giliard Prodarutti, chama a atenção dos produtores da agricultura familiar para que procurem a cooperativa imediatamente no sentido de habilitar o referido crédito. Já para aqueles que irão buscar recursos para o novo ano safra, o gestor solicita que estes passem na instituição para atualizar o cadastro e regularizar a documentação necessária. “Apesar da incerteza quanto aos valores que poderemos disponibilizar nessa nova fase para a nossa base de associados, é fundamental que os interessados visitem a cooperativa para deixar a documentação em dia permitindo agilizar o processo quando da concessão dos novos créditos”, comentou o gerente.
Já o presidente da cooperativa, Paulo Renato Camillo, espera que o montante a ser destinado pelo governo para atender os agricultores no novo ano safra seja suficiente, tendo em vista o período de estiagem vivenciado, combinado com a elevação das taxas de juros e o consequente aumento da inflação.

“Com os efeitos da falta de chuva na safra passada a quebra na produção e a majoração nos preços dos insumos, o produtor terá que produzir mais para tentar equacionar as perdas recentes. Será preciso um plano bem estruturado para garantir não somente um aumento na produção, mas também, uma maior segurança para aqueles que produzem e colocam o alimento na nossa mesa. No que depender da cooperativa, vamos fazer a nossa parte”, finalizou o gestor.

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