Acadêmicos do Grande Vale é bicampeã do Carnaval Joaçaba

A caçula do Carnaval de Joaçaba, Acadêmicos do Grande Vale, conquistou nesta terça-feira (13) o terceiro título do evento. A vermelho e branco comemorou o bicampeonato ao superar as duas concorrentes, somando 239,6 pontos.

A Vale Samba iniciou a apuração sendo punida com dois décimos, por não ter desfilado com o número exigido de componentes, e obteve 238,9 pontos. Já a Unidos do Herval somou 238,6 pontos, ficando com o terceiro lugar.

A apuração das notas ocorreu na Avenida do Samba. Foram avaliados 7 quesitos (Alegorias, Fantasias, Samba-Enredo, Comissão de Frente, Mestre Sala e Porta Bandeira, Enredo e Evolução) pela comissão julgadora, que neste ano veio de Porto Alegre/RS.

Alegria e decepção, foi o misto de reações estampado no rosto dos componentes das três escolas. Mesmo à frente das demais, os integrantes da Acadêmicos aguardaram até a divulgação da última nota para soltar o grito de “campeã!”.

A escola, que tem como símbolo um centauro (Sagitário), apostou no enredo “Tejo 50 anos, do teatro ao carnaval”, uma homenagem ao grupo de teatro com maior tempo de atuação em Santa Catarina.

Com mais de 900 componentes, quatro carros alegóricos e dois tripés, a vermelho e branco contextualizou na Avenida do Samba a trajetória do grupo de teatro que surgiu a partir da inquietação artística de estudantes do Colégio Governador Celso Ramos e alcançou o reconhecimento ao montar espetáculos premiados, que circularam por todo o Estado e brilharam em inúmeros festivais de teatro.

O Tejo foi responsável pela criação da primeira escola de samba de Joaçaba, a Vale Samba (Em 1979) e deu origem a Acadêmicos do Grande Vale em 2012.

A escola desfilou dois anos como convidada para cumprir o regulamento da LIESJHO (Liga Independente das Escolas de Samba de Joaçaba e Herval d´Oeste). O primeiro título chegou em 2019, quando derrotou a Aliança, Unidos do Herval e Vale Samba.

Para o presidente e carnavalesco Jorge Zamoner, a Acadêmicos cumpriu o objetivo, que era fazer uma reflexão sobre os artistas que contribuíram para a construção da identidade cultural de Joaçaba. “O enredo foi baseado nessas pessoas, que ajudaram a gente a construir o que é Joaçaba hoje a nível da arte, do artista, do teatro... É um prazer inexplicável”, resumiu.

Caco da Rosa

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